Eles nunca sentirão a dor de ser desconhecido.
Eles nunca saberão como é estar sozinho.
Eles nunca experienciarão a fome de contato físico.
Eles não criarão cenários imaginários para se sentirem inteiros.
Eles não saberão como é desejar incessantemente por algo que lhes foi concedido gratuitamente.
Eles não estarão lutando pela sanidade em suas mentes.
Eles não verão o vazior eclodir dentro de si todas as noites.
Atestar a mera existencia dessas pessoas é uma afronta. A felicidade deles é uma ofensa insidiosa para quem sempre sofreu.